Treinamentos de Manutenção em Sistemas Desenergizados

A Manutenção em Sistemas Desenergizados em redes de distribuição, linhas de transmissão e subestações, popularmente chamada de “Linha Morta”, pode ser uma escolha estratégica para o planejamento de tarefas da sua equipe. Essa metodologia de trabalho pode trazer resultados positivos se executada com controle superior de risco e qualidade de execução, sobretudo quando o desligamento é programado e não provoca impacto relevante ao sistema e aos clientes.

Para fins de contextualização, nesse texto vamos considerar todos os sistemas e níveis de tensão. É importante ressaltar que todos os detalhes do treinamento são definidos em reunião conforme ativos, normas e janelas operacionais do cliente.

Este é um portfólio aberto, isto é: define um padrão para o que entregamos e, ao mesmo tempo, apresenta possibilidades de customização alinhadas em briefing técnico.

Montagem de torre de emergência. Manutenção em sistemas desenergizados
Treinamento de Montagem de Torre de Emergência

Para quem são esses cursos?

Destinam-se a equipes de manutenção e construção que atuam em Redes e Subestações de Distribuição, Linhas e Subestações de Subtransmissão e Linhas e Subestações de Transmissão.

Público-alvo: eletricistas, encarregados, técnicos de segurança, supervisores e engenheiros de manutenção.

Pré-requisitos mínimos do participante:

  • Ensino médio completo.
  • Apto médico e psicológico.
  • Desejável familiaridade com o SEP.

Abrangência

Quando o desligamento é planejado e de baixo impacto, a manutenção desenergizada é uma escolha plausível. Dessa forma, essa metodologia traz controle de risco, organização e qualidade de execução. Sendo assim, a CTST oferece:

  • Manutenção em Sistemas Desenergizados;
  • Inspeção de Linhas e Redes;
  • Aterramento temporário;
  • Montagem de Torre de Emergência;
  • Eletricista de Plantão (Atendimento à Emergências);
  • Construção e Montagem de Redes Compactas (RDP);
  • Conexões elétricas;
  • NR-10 e NR-35.

O escopo final (módulos, carga horária e arranjos de acesso) é definido em briefing técnico para atender exatamente à realidade operacional da sua empresa.

Aterramento temporário. Manutenção em sistemas desenergizados.
Manutenção em Sistemas Desenergizados – Aterramento Temporário

Carga horária dos cursos

A carga horária final é definida em briefing e é multifatorial. No geral, esse parâmetro depende de variáveis, como: quantidade de participantes, módulos, quantidade e complexidade das tarefas, escolha dos meio(s) de acesso, dentre outros.

Reduções de carga horária certamente aumentam o risco operacional e removem significativamente garantias de desempenho. Falamos mais disso em uma das perguntas listadas em: FAQ: Dúvidas sobre Linha Viva.

Entregas e Responsabilidades

A fim de garantir segurança, conformidade e fluidez com nossos parceiros, dividimos claramente o que cabe ao cliente e à CTST durante o briefing e formalizados na proposta. Sendo assim, podem variar conforme as decisões tomadas em reunião.

A CTST fornece:

  • Qualidade e experiência acumulada em treinamento e operação em campo;
  • Reconhecimento internacional e atuação em diferentes países, com adequação a normas locais;
  • Instrutores altamente capacitados e experientes;
  • Metodologia padronizada, foco em segurança operacional e produtividade.
  • Suporte multilíngue e documentação técnica consistente.

A CTST se compromete a entregar:

  • Material didático (kit aluno com apostila, apresentações e outros recursos aplicáveis);
  • Programa de curso;
  • Avaliação individual dos alunos (com prova teórica e prática quando aplicável);
  • Relatório final completo do treinamento;
  • Certificação individual CTST.

Com o intuito de entregar uma solução completa, a CTST também se compromete a disponibilizar os procedimentos e documentos técnicos, como a análise de risco, tabelas de amarrações ou distâncias de segurança, se necessário.

Nosso programa de curso abrange classes teóricas, simulações em campo de treinamento e aulas práticas, ao passo que a cliente se responsabiliza por:

  • Acesso às áreas e ativos da empresa relacionadas às práticas;
  • Acesso aos equipamentos utilizados nas tarefas definidas no briefing técnico (equipamentos de posicionamento, ferramental, EPI/EPC etc);
  • Espaço físico destinado às aulas teóricas;
  • Apoio logístico e documentos/liberações internas de segurança.

Dê seus próximos passos

  1. Agende uma reunião técnica
  2. Receba a proposta comercial personalizada com programa de curso e responsabilidades
  3. Alinhe tecnicamente o escopo
  4. Acompanhe a execução do treinamento
  5. Receba os relatórios finais com recomendações
  6. Aproveite a assistência pós-curso

Em conclusão, no Treinamento de Manutenção em Sistemas Desenergizados estruturamos o programa de curso conforme a necessidade da sua equipe, combinando método, acesso e módulos relevantes. Dessa forma, buscamos aprimorar segurança, conformidade e eficiência da sua equipe, com instrutores experientes, metodologia robusta e conhecimento teórico-prático. Fale com a CTST e conheça mais sobre nossa metodologia de ensino.